quinta-feira, 11 de junho de 2015

REALIDADE VIRTUAL MÓVEL CHEGA AO MERCADO DE ARQUITETURA E DECORAÇÃO

Realidade Virtual Móvel

Apresentada na 29ª ediçao de CASA COR SP no ambiente JOALHERIA concebido pelas designers Adriana Scartaris e Semara Brito.


PROJETO JOALHERIA DESIGN - CASA COR SP 2015
por ADRIANA SCARTARIS e SEMARA BRITO

3D THIAGO LUZ

PROJETO JOALHERIA DESIGN - CASA COR SP 2015
por ADRIANA SCARTARIS e SEMARA BRITO
FOTO ADRIANA SCARTARIS


foto Adriana Barbosa

A Realidade Virtual – VR (Virtual Reality) – é um instrumento utilizado para trazer mundos imaginários para o mundo real. Na trilogia Matrix, dirigida pelos irmãos Wachowski, o personagem Morpheus reflete: “Se você nascesse imerso nesse mundo, da realidade virtual, como saberia a diferença entre o que é real e o virtual?”
Para Caio Cardoso Lucena, engenheiro e empreendedor da startup VR4BI, vivemos a infância da VR. “E o mais novo integrante da família é a Realidade Virtual Móvel. Ao contrário do que acontecia no filme de ficção científica Matrix, ainda podemos diferenciar o mundo em que vivemos do virtual”, reflete.


VRMóvel aplicada na arquitetura e decoração
Para o evento Casa Cor 2015, o empreendedor desenvolveu uma experiência de Realidade Virtual Móvel para o ambiente Joalheria idealizado pelas arquitetas Adriana Scartaris e Semara Brito. A experiência é comandada pelo próprio usuário.
Ao colocar os óculos, ele consegue vivenciar o interior da maquete do projeto. A exploração do espaço é feita ao sabor de trilha sonora e de um roteiro que explica o conceito do projeto criado pelas profissionais. O usuário tem o poder de dar o start na experiência, explorar o espaço e a decoração e pará-la a partir de uma interface no touch. Ou seja, ao olhar para os objetos, é possível ativar os comandos da interface. Outro aspecto muito importante é que, segundo Caio Lucena, as experiências são projetadas considerando o conforto visual, a segurança e a ergonomia do usuário.
Trata-se de uma nova forma de vivenciar o ambiente e de o arquiteto apresentar o conceito arquitetônico do projeto com alta tecnologia móvel e interativa. “A VR leva a pessoa para um mundo digitalmente projetado, tendo o potencial de gerar experiências que seriam impossíveis no mundo real. Ao vivenciá-las, o cérebro perde a noção do que é realidade em alguns momentos”, conta Caio Lucena.


Você sabe a diferença entre VRFixa e VRMóvel?
A VRFixa depende do processamento de um computador e de um dispositivo de visualização conectado. Já a VRMóvel tem o potencial de libertar o usuário das amarras de um desktop/ notebook, deixando-o livre para vivenciar as experiências em qualquer local.

Vantagem competitiva para o arquiteto
Os novos mercados que estão surgindo utilizam ferramentas originalmente projetadas para a indústria dos games. No segmento da arquitetura, a VRMóvel possibilita ao arquiteto/decorador apresentar o projeto de decoração/arquitetura para o cliente interagir através de uma vivência no ambiente idealizado.
Já para as construtoras, a VRMóvel permite mostrar o ambiente projetado para o cliente conhecer, vivenciar e interagir, antes mesmo de ele ser construído, por meio da utilização da maquete eletrônica. O empreendedor Caio Cardoso analisa que esta é uma ótima saída para otimizar custos. “A VRMóvel dispensa a necessidade da construção e do investimento no espaço decorado”.

EQUIPAMENTO - foto Adriana Barbosa



Quem é a VR4BI?
VR4BI é uma empresa startup que capacita as empresas e organizações a acelerar a compreensão de dados, reduzir os custos de operação e manutenção e diminuir a necessidade de apresentações ao vivo por meio da implantação de tecnologia e aplicações de Realidade Virtual – Fixa, Móvel e WebVR. A promessa da marca é prover as empresas com soluções eficazes e eficientes de realidade virtual visando diminuir custos, aumentar a produtividade e a compreensão de realidades subjetivas.


foto Adriana Barbosa






Caio Cardoso Lucena
CEO da VR4BI, Caio Cardoso Lucena é mestre em Gestão pela Fundação Getúlio Vargas – EAESP, engenheiro elétrico/ PUC-SP e especialista nas áreas de Dados Abertos, Visualização de Dados, Georreferenciamento e Inteligência de Negócios. “A meta é em dois anos ser um player global em experiências virtuais para negócios”, declara o CEO.











Créditos da experiência de Realidade Virtual Móvel realizada na Casa Cor São Paulo 2015
projeto de Realidade Virtual Móvel -  Caio Cardoso Lucena (CEO)
projeto de arquitetura e decoração - Adriana Scartaris e Semara Brito
texto - Cida Barros
designer 3D - Thiago Luz
locução - Robson Ferri
edição de som - Álvaro Zanella